As mentiras do programa partidário do PT

Posted by: joseagripino on: Dezembro 14, 2009

Artigo desmascara ponto por ponto as mentiras do programa partidário do PT exibido na quinta-feira

O PT é igual museu: vive de passado. O partido de Lula e dona Dilma insiste em ver o mundo pelo retrovisor. Mas, mesmo recusando-se a travar o debate político olhando para trás, a oposição não pode se eximir de rebater as mentiras que o PT tenta propagar, como aconteceu na semana passada na propaganda partidária exibida pelos petistas.

Houve de tudo um pouco: triunfalismo, megalomania, campanha política ilegal e fora de hora. Mas o mais grave foi o festival de mentiras que o PT veiculou. Um carnaval de informações falsas sobre o PAC, a construção de casas populares, o pré-sal, a estabilidade econômica, a ascensão social dos pobres. Tudo somado, foi um forte indício (ou mesmo a comprovação) do vale-tudo de que o PT lançará mão para se manter no poder em 2010.

A pretensão petista é evitar que a próxima eleição se transforme num debate sobre quem pode ser o melhor presidente para o futuro do Brasil. Claro está que, nesta seara, com certeza o PT perderá de goleada. Mas, mesmo sabendo que o que interessa é olhar adiante, em respeito ao eleitor vale examinar o que, de fato, ocorreu nos oito anos em que o país foi governado pelo PSDB – realidade que dona Dilma e seus aliados, numa estratégia claramente inspirada no fascismo, buscam desesperadamente manipular, alterar e falsear.

Para o PT, por meio do PAC o país voltou a gastar em infraestrutura “após um atraso de décadas”. A verdade é que, apesar de todo o marketing petista, o atual governo investe menos no Brasil do que o anterior. Números oficiais do Ministério da Fazenda mostram que o governo Fernando Henrique foi mais eficiente na construção de escolas, hospitais e estradas do que o atual. A média anual de investimento público dos petistas é de R$ 18,4 bilhões (1,33% da arrecadação), já incluído o trololó do PAC. No governo tucano, esse valor, corrigido pela inflação, foi de R$ 20,3 bilhões (1,78% da arrecadação). Mas essa foi só a primeira mentira.

O panfleto televisivo, ao se vangloriar dos “avanços sociais do PT”, afirma que o governo anterior “não teve conquistas expressivas”. Jogou para o limbo o fato de o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, divulgado pela ONU e que reúne os principais indicadores socioeconômicos de uma nação) ter se expandido muito mais nos anos FHC – 1% ao ano – do que na era Lula – 0,41% por ano. Mais: de acordo com a ONU, só o Plano Real e o fim da inflação que dele decorreu diminuíram a percentagem de pobres no Brasil de 44% para 33% da população.

Na área da educação, mais mentiras. O PT tentou mostrar que o atual governo, ao criar o ProUni e abrir novas universidades federais, é o único que se preocupa com os pobres. A realidade é que, no governo tucano, muito se fez para levar ensino a crianças que nada tinham. O percentual de crianças pobres fora da escola caiu de 25% para 7% e o analfabetismo entre 10 e 14 anos de idade despencou de 11,4% para 4,2%, de acordo com o IBGE. No governo FHC, a média anual de queda do analfabetismo foi de 3,5% ao ano; no atual governo, o índice desacelerou para 2,6%.

Como é de seu feitio, na propaganda televisiva o PT apelou para a caricatura, tratando o telespectador como burro. Em um dos momentos mais rançosos do festival de mentiras, o programa petista afirmou que “apenas os ricos comiam carne” até a chegada de Lula ao poder. A realidade é que, entre 1994 e 2002, portanto, ao longo do governo do PSDB, o consumo de carne bovina per capita cresceu 12,2% no país, com expansão de 1,5% ao ano. No governo Lula, entre 2003 e 2007, a expansão caiu para 0,66% ao ano.

A descoberta do pré-sal, esforço de décadas da Petrobras e de todos os brasileiros, é apresentada como obra do PT. A verdade é que, já na época do presidente Itamar Franco (1992-1994), a Petrobras tinha conhecimento da existência das gigantescas reservas. Por cautela (os tempos eram outros) a estatal evitou carnavalizar a hipótese. Além disso, da aprovação da lei do petróleo, em 1997, até 2002, a produção no país cresceu, em média, 8,4% ao ano, elevando-se 49%. Nos primeiros seis anos do governo petista, o índice médio caiu para 4% ao ano.

Mesmo tendo apenas preservado os fundamentos econômicos deixados pelos tucanos, com a manutenção do câmbio flutuante, das metas de inflação e da política de superávits fiscais, o PT se autoproclamou “o responsável pela estabilidade financeira do país”. A realidade é que o PT votou contra o Plano Real, chamado à época de “estelionato eleitoral” pelo partido. Em 2001, demonstrou que não havia aprendido a lição e também foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal no Congresso. Os petistas só mudaram de ideia, mesmo assim a contragosto, às vésperas da eleição de Lula em 2002. Vale a máxima: o governo Lula tem coisas boas e coisas novas; as boas não são novas e as novas não são boas.

Como papel (e tela de TV) aceita tudo, o festival de mentiras do PT prosseguiu. Na propaganda partidária, os petistas sustentaram que “tanto Lula quanto os tucanos enfrentaram uma crise internacional”. É importante lembrar que o governo FHC passou por, no mínimo, cinco grandes crises de proporções globais (México, Ásia, Rússia, Argentina e EUA/11 de setembro) e nenhuma delas resultou em crescimento negativo do PIB brasileiro, o que deve ocorrer este ano, sob Lula, com nossa economia.

Ao atacar as privatizações, o PT abusou de slogans ideológicos como “o patrimônio do povo foi vendido”. Deixou de lado, porém, exemplos como o aumento de 24 milhões para 47 milhões no número de telefones fixos e o fenomenal salto de usuários de telefonia celular – de 7,4 milhões para 166 milhões desde a venda do Sistema Telebrás, em 1997. Ou seja, hoje há mais de um telefone para cada brasileiro, item do qual, no passado, só ricos dispunham. O PT também omitiu que, privatizada, a Vale multiplicou por seis o seu número de empregados.

Por tudo isso, e muito mais, se deixarmos de lado a retórica e o massacrante marketing oficial, é possível mostrar que, mesmo na comparação com o governo anterior, o PT não consegue se sair melhor em quesitos fundamentais como investimento público, educação e estabilidade econômica. Mas a verdade e o debate aberto e transparente parecem não interessar a dona Dilma e seus petistas aloprados em sua sanha para manter-se no poder. Mas interessa à oposição: os fatos estão do nosso lado.

Blog Pauta em Ponto: http://pautaemponto.blogspot.com/

Informativo: Dem implacável com a corrupção

Posted by: joseagripino on: Dezembro 11, 2009

Mesmo em uma semana “pesada” como esta, os parlamentares da bancada do DEM no Senado se engajaram em muitas outra atividades. Confira Informativo Liderança 21 aqui no Informativo número 21 do partido.

O compromisso do DEM com as rigorosas normas da Democracia

Posted by: joseagripino on: Dezembro 11, 2009


A vida pública não ocorre no vazio, nem se limita ao âmbito das instituições políticas em si, mas, em grande medida, depende de certo contexto ético e moral que se desenvolve e consolida em um conjunto de instituições que são os componentes fundamentais das democracias contemporâneas.

A sociedade brasileira passou a exigir dos candidatos e partidos, dignidade, transparência nos negócios e vida pública honrada. Diante dos acontecimentos políticos lamentáveis no DF, o Democratas (DEM) não abriu mão em nenhum momento das prerrogativas éticas que regem os princípios republicanos.

A saída de Arruda do DEM é um exemplo claro de que as atitudes políticas dos líderes partidários a favor de sua expulsão sumária foram indispensáveis para a desfiliação do governador. O partido teve atitude política para se diferenciar e mostrou que não tolera atos de improbidade na vida pública.

É bom deixar claro que o partido não está, de forma alguma, acuado e sem discurso para as eleições do ano que vêm em razão dos acontecimentos no governo do Distrito Federal. Muito pelo contrário, pois o partido possui compromissos programáticos com as regras da democracia e com o império da lei. E isso não depende de sermos governo ou oposição, depende de sermos uma instância representativa. Desejamos um partido que não seja apenas máquina eleitoral, mas que funcione como uma base intelectual da sociedade, com atividade comunitária e aberto às novas ideias.

No âmbito especificamente político, quando as instituições são frágeis e o futuro é incerto, predominam estratégicas individuais de curto prazo, a falta de confiança entre os cidadãos se alastra e os comportamentos predatórios dos que desdenham da vida pública se fortalecem. Credibilidade e confiança são ingredientes indispensáveis ao êxito da ação governamental. O DEM assume um compromisso claro com a rigorosa observância das normas de austeridade e honestidade no trato dos assuntos políticos.

Senador Agripino fala sobre a desfiliação do governador Arruda

Posted by: joseagripino on: Dezembro 10, 2009

Senador José Agripino Maia fala sobre a desfiliação do governador José Roberto Arruda do Democratas e o exemplo que o partido deu ao país.

Democratas dá exemplo para o Brasil

Posted by: joseagripino on: Dezembro 10, 2009

O Democratas foi o primeiro partido do Brasil a punir exemplarmente a improbidade. Diferente da maneira como o PT encarou as denúncias de mensalão – nenhum dos envolvidos foi expulso da legenda-, o DEM praticamente impôs ao governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda – acusado de comandar esquema de distribuição de propina no GDF –, sua desfiliação.

“Se não houvesse uma reunião marcada para esta sexta-feira em que estaria praticamente definida a expulsão de Arruda dos quadros do partido, o governador não teria enviado sua carta de desfiliação nessa tarde”, afirmou o líder José Agripino (RN). “O que deve ficar claro para a população brasileira é que tivemos coragem de fazer o que nenhum outro partido fez antes”, acrescentou.

Na manhã desta sexta-feira (11), a Executiva Nacional do DEM votaria o relatório do ex-deputado José Thomaz Nonô. A expulsão era praticamente garantida. Em sua carta, Arruda afirma deixar o partido para não constranger os colegas e diz querer agora se dedicar exclusivamente ao governo do Distrito Federal.

Em relação a outros filiados do Democratas filmados ou citados nas investigações da Polícia Federal na Operação Caixa de Pandora, o presidente da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ), disse que cada caso será apurado no tempo certo. Segundo Maia, o deputado distrital Leonardo Prudente – filmado colocando maços de dinheiro nas meias e bolsos do paletó -, é responsabilidade do Diretório Regional. “Se o Diretório do DF não tomar as providência de apuração, o Nacional irá intervir”, garantiu.

O fato é que o Diretório no DF é comandado pelo vice-governador Paulo Octávio, que também teve seu nome envolvido nos escândalos. “Vamos seguir por partes. Hoje o partido desfiliou o governador Arruda. O caso Paulo Octávio será discutido em momento oportuno”.

Para o líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), o partido mostrou ao Brasil que, se tem credibilidade moral para tirar de seus quadros qualquer indício de corrupção, não terá problemas em fazer isso quantas vezes forem necessárias. “A juventude poderá ver que o DEM tem uma nova prática. Vimos partidos serem duros com tesoureiros, mas não com governadores. E vamos agir sempre assim: com cautela e em busca de resultados”, frisou Caiado.

(Fernanda Domingues – Equipe Agripino)

Ameaçado, Arruda se desfilia do DEM

Posted by: joseagripino on: Dezembro 10, 2009

Pressionado, o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), pediu hoje desfiliação do DEM. O pedido ocorre um dia antes da reunião da Executiva do DEM, que decidiria amanhã a sua expulsão.

Arruda ficou isolado dentro do partido depois das denúncias do envolvimento dele num suposto esquema de corrupção no Distrito Federal. O esquema envolveria o pagamento de uma mesada a parlamentares da base aliada na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Leia o artigo da Folha de São Paulo aqui

PIB cresce menos do que o esperado no Brasil

Posted by: joseagripino on: Dezembro 10, 2009

O Produto Interno Bruto brasileiro subiu 1,3% no terceiro semestre deste ano em relação ao anterior. O número é menor do que previa o governo brasileiro cerca de 2%. Em relação ao mesmo período do ano anterior a queda do PIB foi de 1,2%.

O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país em um espaço determinado de tempo. Inclui produtos industriais, agropecuários e o setor de serviços. O que puxou o PIB para cima foi o setor industrial, com crescimento de 2,9%. Na comparação com o ano passado, entretanto, a queda do PIB industrial foi de 8,6%. O que piorou o índice do PIB brasileiro foi a agropecuária, com queda de 2,5%.

Brasil não ganha com a entrada da Venezuela no MERCOSUL

Posted by: joseagripino on: Dezembro 9, 2009

O Brasil não tem a ganhar com a entrada da Venezuela no MERCOSUL. O governo do país caribenho desrespeita a democracia, não tem tecnologia a oferecer, não respeita acordos bilaterais. Além disso, o presidente Hugo Chávez posicionou-se contra os brasileiros em momentos de divergências com a Bolívia, Equador, Paraguai e Argentina. “Gostaria muito que a Venezuela estivesse no MERCOSUL, mas sem o presidente Chávez. Nesse momento voto contra a Venezuela do presidente Hugo Chávez entrar no MERCOSUL”, afirmou o senador, durante as discussões sobre a entrada dos venezuelanos no bloco comercial, prevista para hoje no Senado.

Com relação aos que argumentam que as relações comerciais com a Venezuela não irão avançar se o país de Chávez deixar de entrar no MERCOSUL, Agripino lembrou que o comércio bilateral entre o Brasil e o vizinho sulamericano aumentou quatro vezes em menos de cinco anos. Mesmo com os EUA, apesar das brigas políticas, o comércio venezuelano dobrou no mesmo período.

Outro motivo grave é que um país do MERCOSUL tem direito a vetos. Chávez, como tem tendências a apoiar políticas desagregadoras, poderia perturbar decisões antes unânimes. “Importar um elemento desagregador seria um problema seriíssimo para um bloco que não anda bem das pernas”, argumentou.

No rumo certo da segurança

Posted by: joseagripino on: Dezembro 9, 2009

São Paulo é hoje o estado onde os jovens brasileiros estão menos expostos à violência. A conclusão é de uma pesquisa patrocinada pelo Ministério da Justiça que avaliou os 266 municípios mais populosos do país. Minas Gerais, outro estado de administração tucana, também aparece bem avaliado. Enquanto isso, o governo federal deixa de fazer sua parte no combate ao crime e têm na (in)segurança pública seu calcanhar de Aquiles.

http://pautaemponto.blogspot.com/

Entrevista para a Record sobre o caso Arruda

Posted by: joseagripino on: Dezembro 8, 2009

Em entrevista para a repórter Christina Lemos, da Record, o senador José Agripino explica como será o processo de julgamento do governador José Roberto Arruda e manifesta sua posição.

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